Levantamento de Dados

novembro 4, 2009

TÉCNICAS DE LEVANTAMENTO DE DADOS

 

 

 

Fases do ciclo de vida do software

 

Em geral, os ciclos de vida de um software envolvem, dentre outras

as seguintes fases:

1-Planejamento;

2-Projeto;

3-Testes;

4-Entrega e Implantação;

5-Operação;

6-Manutenção;

1- Planejamento

-Fornece uma estrutura que possibilita ao técnico fazer estimativas iniciais de recursos, custos e prazos;

– O escopo do software é estabelecido;

– Esta atividade faz parte da gerência de projeto.

2- Projeto

 

 

-Envolve duas grandes etapas: projeto da arquitetura do software e projeto detalhado

-Utiliza a fase anterior como entrada;

 

 

 

3-Testes

 

-Testes de unidade e documentação dos resultados;

-Integração dos componentes e teste do software como um todo;

-Alguns modelos de processo prevêem a realização de testes já nas primeiras etapas

 

4-Entrega e Implantação

 

O software deve ser instalado em ambiente de produção. Envolve:

  • Treinamento de usuários;
  • Configuração do ambiente de produção;
  • Principal objetivo:
  • Testes de Aceitação (estabelecer que o software satisfaça os requisitos dos usuários).

 

5-Operação

 

Após o teste de aceitação, o software passa a ser utilizado de fato em ambiente de produção.

 

6-Manutenção

  • Adaptativas
  • Corretivas
  • Evolutivas

 

 

Preparação

Antes de se iniciar um projeto, é necessário obter informações a respeito do projeto com o cliente e com os futuros usuários do sistema.

  • Identificação das necessidades do usuário.
  • Verificação da implementabilidade destas necessidades.
  • Essas informações serão artefatos úteis para as próximas fases do projeto servindo de insumos para que os analistas e projetistas criem o que foi pedido.

 

São utilizadas duas técnicas:

  • Entrevistas
  • Questionário

 

Entrevista é a modalidade de levantamento de dados destinada a levantar realidades estruturadas com uma clientela. Os dados e informações são obtidos com perguntas, feitas diretamente aos usuários alocados nos postos de trabalho envolvidos na execução do processo em análise.

Características principais desta modalidade:

  • Destinada a uma clientela não volumosa;
  • É seqüencial: recomenda-se realizar uma entrevista com apenas uma pessoa por vez;
  • Destinada a uma clientela pouco dispersa geograficamente;
  • É a modalidade mais flexível pois permite questionamentos abertos sobre o que se deseja saber;
  • Baixo custo.

 

Tipos de Entrevista

  • Estruturada: é aquela em que o entrevistador segue um roteiro previamente estabelecido.
  • Não estruturada: o entrevistado tem liberdade para desenvolver cada situação em qualquer direção que considere adequada.
  • Painel: consiste na repetição de perguntas, de tempo em tempo, às mesmas pessoas, a fim de estudar a evolução das opiniões em períodos curtos.

 

Durante a entrevista:

  • Obtenha autorização para realização da entrevista;
  • Apresentar-se;
  • Transmitir a finalidade da entrevista;
  • Postura do entrevistador: credibilidade, isenção,discrição;não criar ressentimentos;
  • Deixar o entrevistado falar (redução da interferência);
  • Direcionar a discussão para os objetivos;
  • Evitar as perguntas de resposta sim/não;
  • Não ultrapassar o tempo;
  • Notar sinais de impaciência;
  • Deve-se respeitar o conhecimento do entrevistado;
  • Ser paciente enquanto estiver com o entrevistado;
  • Ser sensível às diferenças culturais e procurar ser cordial;
  • Dar prioridade a perguntas simples, evitando termos técnicos;
  • Entrevistar de forma que obtenha a confiança dos entrevistados;
  • Separar opiniões de fatos;
  • Entrevistar as pessoas certas;
  • Elogiar quando possível;
  • Verificar a informação obtida, até mesmo com superiores;
  • Fazer distinção entre necessidades e desejos;
  • Anotar todas as perguntas respostas e comentários feitos, principalmente em relação aos dados que permitirão levantar os custos e o volume de trabalho do processo em estudo. Isso pode lhe ser muito útil posteriormente;
  • Colocar-se em posição de aprendiz;
  • Não discutir com o entrevistado;
  • Organizar as respostas o mais breve possível;

Esteja atento para os diversos tipos de resistência:

– “Você está ameaçando o meu emprego”.

– “Você não conhece a empresa, como quer dizer como deve ser o novo sistema?”.

– “Você está tentando mudar o modo como as coisas são feitas aqui”.

  • O entrevistado não gosta de ser entrevistado:

É verdade! Você chega para o profissional, o faz parar o que ele está fazendo para você fazer um monte de perguntas detalhando cada aspecto da rotina de trabalho, do processo, do sistema atualmente utilizado… Para ele, isso é perda de tempo.

  • Não induzir perguntas:

É comum vermos analistas induzindo as respostas. Jamais faça isso pois depois quem irá se dar mal é você. O seu objetivo é entender o que ele precisa não reforçar o que você acha sobre alguma coisa. Induzir perguntas pode gerar retrabalho mais pra frente e atrasar o projeto. Culpa de quem

OBJETIVOS:

  • Minimizar resistências;
  • Envolver os entrevistados proporcionando maior grau de participação e discussão;
  • Obter melhor compreensão do trabalho a cargo de determinado indivíduo, ou mesmo de melhor compreensão de toda empresa;
  • Ouvir a opinião dos membros componentes da unidade ou da empresa em estudo.

 

 

Vantagens da Entrevista:

 

  • Permite que o entrevistado faça críticas e sugestões sobre seu trabalho ou sobre a empresa;
  • Permite ao entrevistado a exposição oral dos seus pontos de vista;
  • Possibilita ao entrevistador o conhecimento mais profundo da unidade ou cargo em análise;
  • Permite o alcance de informações que estão “guardadas” apenas na memória do entrevistado
  • Proporciona uma avaliação mais próxima sobre a atitude e capacidade de subchefes e funcionários;
  • Estimula o raciocínio de ambos: entrevistador e entrevistado;
  • Facilita o “desabafo”;

Finalização

 

A entrevista termina quando todas as dúvidas do técnico forem sanadas. Deixar sempre aberta a possibilidade de um retorno para tirar dúvidas ou fazer entrevistas complementares. Após o término de todas as sessões, o analista vai elaborar um relatório final co m data, hora, tópicos abordados, perguntas e respostas.

As anotações de comportamento e observações não serão inseridas no relatório. Também não serão inseridas as informações passadas “por baixo do pano”. Muitas vezes o usuário confia em você e libera informações (a maioria das vezes muito úteis) confidenciais. Essas não devem ser reportadas no relatório para não quebrar a confiança do usuário.

Conclusão:

 

Após analisarmos a modalidade de técnica de levantamento de dados, a entrevista, concluímos que os dados e informações são obtidos com perguntas, feitas diretamente aos usuários alocados nos postos de trabalho envolvidos na execução do processo em análise. Para que haja satisfação por parte do cliente é necessária uma comunicação compreensível e amigável entre o desenvolvedor e os usuários do software.

O desenvolvedor tem que ser um bom ouvinte, procurar manter uma conduta que expresse credibilidade e discrição, a fim de obter a confiança do entrevistado, evitando assim problemas que poderá prejudicar o andamento da entrevista.

Desse modo, concluímos que a entrevista é um instrumento muito importante para se obter êxito no projeto e implantação de um software em uma empresa.

 

 

 

 

Referências Bibliográficas:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pré Projeto

novembro 4, 2009

Pré-Projeto TCC Pronto Socorro

Daniele da Conceição nº04 2I3

Luciana Pereira nº16

Vanessa Aparecida nº33

Sílvia Stocco nº30

Reginaldo nº24

 

 

Tema/Problema

 

Devido aos avanços tecnológicos e as necessidades tanto da população como dos atendentes em prontos socorros sem informatização, percebemos que este é um problema que afeta a todos.

O intuito do nosso TCC é melhorar a agilidade no atendimento de prontos socorros que carecem de um sistema com as informações sobre a vida clínica dos pacientes, possibilitando a consulta necessária no banco de dados sobre cada paciente que já tenha sido atendido ou cadastrando novos ,tornando possível um melhor desempenho da atividade clínica e administrativa.

 

 

 

 

 

Objetivos

 

Informatizar os prontos socorros dos municípios de Mongaguá e Peruíbe através da implantação de um sistema para tornar a gestão mais eficiente,racionalizar os recursos e garantir maior eficiência e qualidade na assistência à saúde da população.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Justificativa

 

Escolhemos o tema sobre informatização de prontos socorros buscando as necessidades de nossos municípios.

Conhecendo de perto as dificuldades que a comunidade enfrenta sempre que precisa de um atendimento rápido e preciso nos prontos socorros dos municípios de Mongaguá e Peruíbe, resolvemos nos empenhar na informatização destes sistemas.

As informações são baseadas em reclamações de pessoas que precisam de um sistema de saúde mais adequado às suas necessidades e em relatos de duas integrantes de nosso grupo que são funcionárias destes prontos socorros e que ainda fazem os cadastros dos pacientes manualmente.

O problema se agrava ainda mais quando estes municípios recebem turistas nos fins de semana e nas férias, quando é preciso mais rapidez nestes serviços.

 

O problema se agrava ainda mais quando estes municípios recebem turistas nos fins de semana e nas férias, quando é preciso mais rapidez nestes serviços.

Ao escolher este tema levamos em conta a viabilidade e a facilidade em recolher informações, pois faz parte do cotidiano de duas integrantes e os demais já passaram por dificuldades ao utilizar estes prontos socorros, devido á demora no atendimento. Buscamos melhorias para todos os moradores e visitantes destes municípios.

Com a exploração da camada de pré-sal aumentará a demanda de pessoas nos municípios, portanto um Sistema de Saúde informatizado melhora a aparência destes municípios.

Concluindo, queremos apresentar um sistema ágil e informatizado para a melhoria de vida da população de Mongaguá e Peruíbe.

 

 

 

Fichamento de Pesquisas Bibliográficas

 

 

Tipo:

TCC

Assunto/Tema:

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)

Referência Bibliográfica: (conforme Normas da ABNT)

Cirqueira, Jenilsa Alves. O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) como Ferramenta de Informação na Gestão Estratégica Hospitalar: os Benefícios para o Hospital de Referência de Gurupi-Tocantins. Gurupi: Maio, 2008. Disponível em: http://www.unirg.edu.br/cur/adm/arq/ .Acesso em:07 out.2009.

Resumo/Conteúdo de Interesse:

Baseia-se na informatização de sistema de saúde. Apresenta informações sobre a necessidade de um sistema na área da saúde, na melhoria do atendimento à população.

Descreve os benefícios de um banco de dados com informações sobre os pacientes tornando o atendimento muito mais eficaz.

Considerações do Pesquisador:

As informações foram adquiridas por meio de pesquisas na internet.

Indicação da Obra:

Indicado para estudantes da área da saúde e de informática.

Local:

Site: http://www.unirg.edu.br/cur/adm/arq/.Acesso em :07 out.2009.

 

 

Tipo:

TDR – Versão para Consulta Pública

Tema/Assunto:

Informatização de prontos socorros, hospitais e pronto atendimento

Referência Bibliográfica:

TDR_Informatização_Hospitalar_SMS_SP.Termo de Referência para Informatização dos Hospitais,Pronto-Socorros e Pronto-Atendimentos Municipais.Disponível em: http://www.prefeitura.sp.gov.br/…/TDR_Informatizacao_Hospitalar_SMS_SP.pdf.Disponível em:07out.2009.

Resumo/Conteúdo de Interesse:

Projeto da Secretária de Saúde de São Paulo-SMS para modernizar a gestão de prontos socorros,hospitais e pronto atendimentos,garantindo maior rapidez no atendimento à população de São Paulo.

Considerações do Pesquisador:

Um projeto dedicado à melhoria do atendimento em redes públicas de saúde com detalhes sobre o sistema de informatização.

Indicação da Obra:

Indicado para estudantes da área de saúde e informática.

Local:

Site:http://www.prefeitura.sp.gov.br/…/TDR_Informatizacao_Hospitalar_SMS_SP.pdf.Acesso em:07out.2009.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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outubro 24, 2009

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